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maitaca

Dados abertos · território · cooperação

Dado público é bem comum. Quem cuida de um lugar merece enxergá-lo inteiro.

A Maitaca é uma suíte de ferramentas para núcleos, pesquisadoras e coletivos que acompanham um território o ano todo. A gente junta, confere e traduz o que está espalhado em bases públicas, para que o dado volte a quem pertence ao lugar.

Privado: servidores próprios e acesso restrito
América do Sul, o Atlântico e a África em imagem de satélite, com Belo Horizonte marcada.

Imagem de satélite: Esri, Maxar, Earthstar Geographics

A suíte · 4 aplicativos

Uma suíte, quatro aplicativos.

Cada aplicativo cuida de uma parte do trabalho de quem acompanha um território: ler o voto, pesquisar, registrar os encontros e organizar o grupo.

Em testes · por convite

Tô de Olho

O observatório eleitoral por local de votação. Mapa, séries entre eleições e perfil do eleitorado, para ler o território com a calma que a campanha não dá.

Como funciona →
Em construção

Lab

Uma bancada de pesquisa cooperativa: buscar e validar fontes, cruzar bases abertas sem refazer o trabalho de ninguém e publicar os dados da sua pesquisa.

Como funciona →
Em construção

Tyeté

Relatoria cidadã de encontros reais: conselhos, audiências, rodas de conversa. Do áudio ao registro conferido por quem esteve lá.

Como funciona →
Em breve

Gestão associativa

Secretaria, associados e anuidades num lugar só, para associações e coletivos gastarem menos tempo com planilha e mais tempo com o território.

Quero saber quando abrir →

Em toda a suíte

O que vale para os quatro.

Cada aplicativo tem o seu trabalho, mas todos partem do mesmo chão: dado público com procedência, decisão nas mãos das pessoas, privacidade de verdade e trabalho que se soma.

01

Dado aberto não é dado pronto

As bases públicas chegam soltas: formatos que não conversam, nomes que mudam, fronteiras que se mexem. O trabalho da Maitaca é juntar, conferir e explicar, com a fonte e a data de cada informação à vista.

02

A pessoa decide

As ferramentas organizam e mostram de onde veio cada coisa; quem conhece o território interpreta. Nada se inventa: o que não tem fonte aparece como lacuna.

03

Trabalho que se soma

Uma fonte validada uma vez serve a todo mundo. Menos retrabalho, mais tempo para a pergunta que importa e para agir em conjunto.

Privacidade

O que cada grupo estuda fica com o grupo.

Os dados de base são públicos; o trabalho de cada grupo, não. Recortes, anotações, relatórios e a lista de participantes ficam em servidores próprios da Maitaca, com acesso restrito. A estrutura foi feita para ser privada e vai continuar assim.

Servidores próprios

Os aplicativos e os dados ficam em máquinas da própria Maitaca, e não em plataformas de terceiros.

Acesso restrito

Entrada só por convite, com login de cada participante. Quem não é do grupo não vê o que o grupo faz.

Nada vendido, nada rastreado

Nada é vendido nem repassado, e não há rastreador de publicidade. A contagem de visitas deste site é anônima e também roda em servidor próprio.

Um compromisso permanente

Privacidade não é uma fase de testes. É como a estrutura foi pensada, e é como ela vai continuar.

Observatório eleitoral · em testes

Tô de Olho

O comportamento eleitoral de 2016 a 2026, local de votação por local de votação. Já aberto aos primeiros núcleos em Itu (SP) e Belo Horizonte (MG).

  • Mapa por local de votação, com bairros e regiões oficiais do município.
  • Território em camadas: os locais cruzados com bairros, bacias hidrográficas e áreas de proteção ambiental.
  • Evolução entre eleições, com séries que atravessam fusões e trocas de nome sem buracos.
  • Candidaturas e perfil do eleitorado registrado em cada local.
  • Lei em linguagem simples, ao lado dos dados a que se refere.

Tô de Olho · pertencimento

Pertencimento territorial

A eleição passa. O bairro fica.

Quem pertence a um lugar conhece o que a tabela do resultado não mostra. Ler o voto pelo local de votação, cruzado com o bairro, a bacia e a área de proteção, é ler o território por dentro. E isso não se faz em um mês de campanha: o dado está aqui, mas transformar informação em inteligência leva tempo.

O seu recorte, não o do mapa oficial

Uma bacia, uma área de proteção, uma região que atravessa várias cidades. O núcleo escolhe o próprio território, que raramente coincide com a divisão administrativa.

O ano todo, não só em ano de eleição

O mercado vende por candidato e para campanha. O Tô de Olho é para quem fica: coletivos, ONGs, mandatos em exercício, movimentos e pesquisa.

Falamos de lugares, nunca de pessoas

Uma relação entre lugares não diz nada sobre quem vota. Cada número vem explicado em linguagem simples, com exemplos voltados à justiça social e às práticas democráticas.

Tô de Olho · por trás do painel

Cada número, conferido e posto no lugar.

Antes de chegar ao painel, os dados eleitorais passam por um trabalho que não aparece: seguir cada lugar no tempo, conferir cada total e ligar o voto ao território.

  1. Seguir o lugarO mesmo local de votação acompanhado de uma eleição a outra, mesmo quando muda de número ou de endereço.
  2. ConferirCada total conferido contra o resultado oficial; o painel só vai ao ar quando bate. Em Itu e em Belo Horizonte, de 2016 a 2024, bate em todas.
  3. Pôr no lugar certoPontos e limites conferidos com mapas abertos. O que estava fora do lugar é corrigido.
  4. CruzarBairros oficiais e os nomes que a população usa, regionais, bacias, áreas de proteção e comunidades urbanas, já ligados aos locais.
  5. Seguir as legendasSiglas que mudaram de nome, se fundiram ou se dividiram continuam na mesma linha do tempo.

Tô de Olho · para núcleos

Formas de acompanhar

Mandatos, coletivos, ONGs, associações, grupos de pesquisa e partidos. Cada núcleo combina o território, os cargos e os anos de que precisa; o valor sai dessa conversa.

Pacote trimestral por território

Um observatório para o seu município ou região, com vagas para as pessoas do núcleo, por 3, 6 ou 12 meses.

Relatório avulso

Uma leitura pronta de um recorte, como uma cidade e um cargo ao longo das eleições, em página e PDF.

Trabalho com a equipe

Relatórios sob encomenda, legislação municipal organizada, camadas próprias do território e oficinas de leitura dos dados.

Em preparação: eleições gerais desde 1994 e um primeiro observatório na Argentina.

Lab · em construção

Pesquisa aberta, que não some quando o projeto acaba.

Uma bancada para buscar e validar fontes, cruzar bases abertas e publicar os dados da própria pesquisa. Pesquisa feita com recurso público merece ficar pública, com autoria e procedência.

Fontes validadas juntas

Uma fonte conferida por um grupo fica disponível para os outros. Menos retrabalho, mais tempo para a pergunta.

Aberto para valer

Quem publica cede o direito de manter o material no ar, mesmo depois de encerrar a conta. O acervo sobrevive ao edital.

Citação e versão

Cada base com autoria, data, versão e forma de citar, para outras pesquisas partirem dela.

Acervo de pesquisa

Uma modalidade para grupos e pesquisadoras guardarem e publicarem as bases que produziram.

Tyeté · relatoria cidadã · em construção

O que foi dito no encontro, conferido e guardado.

Conselhos, audiências, rodas de conversa: muita decisão importante acontece em reunião e se perde no caminho. O Tyeté (do tupi ty-eté, a água verdadeira) transforma o áudio ou o relato de um encontro num registro conferido por quem esteve lá, e o publica com código de verificação.

Verificação pública de uma ata publicada pelo Tyeté (dados de teste).

A pessoa decide

A máquina propõe; quem esteve no encontro confere. Tudo o que é incerto aparece marcado para revisão, e o relato de quem estava lá vale mais.

Nada se inventa

O que não tem fonte aparece como lacuna, e não é preenchido por suposição. Cada informação mostra de onde veio.

Confiança pública

Cada documento sai com código de verificação: quem não esteve no encontro também pode conferir.

Memória que fica com o grupo

Os arquivos ficam com quem faz a relatoria, e o que foi decidido não se perde na troca de gestão.

Colabore

Em construção, sempre. E aberta a quem quiser construir junto.

A Maitaca nunca vai estar pronta, e é assim que queremos: cada aplicativo cresce com as perguntas, os erros apontados e as ideias de quem usa. Movimentos sociais, coletivos, grupos de pesquisa, quem programa e quem cuida do território: tem lugar para todo mundo.

Aponte o que falta

Um dado errado, uma camada que faz falta, uma pergunta que ainda não tem resposta.

Traga o seu território

Bairros como a população os chama, territórios de movimentos, bacias: o mapa melhora com quem conhece o chão.

Construa com a gente

Pesquisa, código, texto, oficinas. A suíte é feita por muitas mãos.

Uma entrega de cada vez

Sem pressa de ficar pronta: cada passo vem do uso real e de quem esteve junto.

Quanto mais gente lê o próprio território, mais forte fica a democracia.

Contato

Fale com a equipe

Para pedir acesso ao Tô de Olho, montar o pacote do seu território, publicar uma pesquisa no Lab ou propor uma parceria.

Se preferir, escreva direto:

Assuntos (marque quantos quiser)

Seus dados servem só para responder a este contato. A mensagem vai por e-mail para a equipe; nada é guardado em banco de dados nem repassado a terceiros. Para pedir que apaguemos a conversa, escreva para o mesmo e-mail.