Tô de Olho

O observatório eleitoral por local de votação. Mapa, séries entre eleições e perfil do eleitorado, para ler o território com a calma que a campanha não dá.
Como funciona →Dados abertos · território · cooperação
A Maitaca é uma suíte de ferramentas para núcleos, pesquisadoras e coletivos que acompanham um território o ano todo. A gente junta, confere e traduz o que está espalhado em bases públicas, para que o dado volte a quem pertence ao lugar.
Privado: servidores próprios e acesso restrito
Imagem de satélite: Esri, Maxar, Earthstar Geographics
A suíte · 4 aplicativos
Cada aplicativo cuida de uma parte do trabalho de quem acompanha um território: ler o voto, pesquisar, registrar os encontros e organizar o grupo.

O observatório eleitoral por local de votação. Mapa, séries entre eleições e perfil do eleitorado, para ler o território com a calma que a campanha não dá.
Como funciona →Uma bancada de pesquisa cooperativa: buscar e validar fontes, cruzar bases abertas sem refazer o trabalho de ninguém e publicar os dados da sua pesquisa.
Como funciona →Relatoria cidadã de encontros reais: conselhos, audiências, rodas de conversa. Do áudio ao registro conferido por quem esteve lá.
Como funciona →Secretaria, associados e anuidades num lugar só, para associações e coletivos gastarem menos tempo com planilha e mais tempo com o território.
Quero saber quando abrir →Em toda a suíte
Cada aplicativo tem o seu trabalho, mas todos partem do mesmo chão: dado público com procedência, decisão nas mãos das pessoas, privacidade de verdade e trabalho que se soma.
As bases públicas chegam soltas: formatos que não conversam, nomes que mudam, fronteiras que se mexem. O trabalho da Maitaca é juntar, conferir e explicar, com a fonte e a data de cada informação à vista.
As ferramentas organizam e mostram de onde veio cada coisa; quem conhece o território interpreta. Nada se inventa: o que não tem fonte aparece como lacuna.
Uma fonte validada uma vez serve a todo mundo. Menos retrabalho, mais tempo para a pergunta que importa e para agir em conjunto.
Privacidade
Os dados de base são públicos; o trabalho de cada grupo, não. Recortes, anotações, relatórios e a lista de participantes ficam em servidores próprios da Maitaca, com acesso restrito. A estrutura foi feita para ser privada e vai continuar assim.
Os aplicativos e os dados ficam em máquinas da própria Maitaca, e não em plataformas de terceiros.
Entrada só por convite, com login de cada participante. Quem não é do grupo não vê o que o grupo faz.
Nada é vendido nem repassado, e não há rastreador de publicidade. A contagem de visitas deste site é anônima e também roda em servidor próprio.
Privacidade não é uma fase de testes. É como a estrutura foi pensada, e é como ela vai continuar.
Observatório eleitoral · em testes
O comportamento eleitoral de 2016 a 2026, local de votação por local de votação. Já aberto aos primeiros núcleos em Itu (SP) e Belo Horizonte (MG).
Tô de Olho · pertencimento
A eleição passa. O bairro fica.
Quem pertence a um lugar conhece o que a tabela do resultado não mostra. Ler o voto pelo local de votação, cruzado com o bairro, a bacia e a área de proteção, é ler o território por dentro. E isso não se faz em um mês de campanha: o dado está aqui, mas transformar informação em inteligência leva tempo.
Uma bacia, uma área de proteção, uma região que atravessa várias cidades. O núcleo escolhe o próprio território, que raramente coincide com a divisão administrativa.
O mercado vende por candidato e para campanha. O Tô de Olho é para quem fica: coletivos, ONGs, mandatos em exercício, movimentos e pesquisa.
Uma relação entre lugares não diz nada sobre quem vota. Cada número vem explicado em linguagem simples, com exemplos voltados à justiça social e às práticas democráticas.
Tô de Olho · por trás do painel
Antes de chegar ao painel, os dados eleitorais passam por um trabalho que não aparece: seguir cada lugar no tempo, conferir cada total e ligar o voto ao território.

Tô de Olho · para núcleos
Mandatos, coletivos, ONGs, associações, grupos de pesquisa e partidos. Cada núcleo combina o território, os cargos e os anos de que precisa; o valor sai dessa conversa.
Um observatório para o seu município ou região, com vagas para as pessoas do núcleo, por 3, 6 ou 12 meses.
Uma leitura pronta de um recorte, como uma cidade e um cargo ao longo das eleições, em página e PDF.
Relatórios sob encomenda, legislação municipal organizada, camadas próprias do território e oficinas de leitura dos dados.
Em preparação: eleições gerais desde 1994 e um primeiro observatório na Argentina.
Lab · em construção
Uma bancada para buscar e validar fontes, cruzar bases abertas e publicar os dados da própria pesquisa. Pesquisa feita com recurso público merece ficar pública, com autoria e procedência.
Uma fonte conferida por um grupo fica disponível para os outros. Menos retrabalho, mais tempo para a pergunta.
Quem publica cede o direito de manter o material no ar, mesmo depois de encerrar a conta. O acervo sobrevive ao edital.
Cada base com autoria, data, versão e forma de citar, para outras pesquisas partirem dela.
Uma modalidade para grupos e pesquisadoras guardarem e publicarem as bases que produziram.
Tyeté · relatoria cidadã · em construção
Conselhos, audiências, rodas de conversa: muita decisão importante acontece em reunião e se perde no caminho. O Tyeté (do tupi ty-eté, a água verdadeira) transforma o áudio ou o relato de um encontro num registro conferido por quem esteve lá, e o publica com código de verificação.

A máquina propõe; quem esteve no encontro confere. Tudo o que é incerto aparece marcado para revisão, e o relato de quem estava lá vale mais.
O que não tem fonte aparece como lacuna, e não é preenchido por suposição. Cada informação mostra de onde veio.
Cada documento sai com código de verificação: quem não esteve no encontro também pode conferir.
Os arquivos ficam com quem faz a relatoria, e o que foi decidido não se perde na troca de gestão.
Colabore
A Maitaca nunca vai estar pronta, e é assim que queremos: cada aplicativo cresce com as perguntas, os erros apontados e as ideias de quem usa. Movimentos sociais, coletivos, grupos de pesquisa, quem programa e quem cuida do território: tem lugar para todo mundo.
Um dado errado, uma camada que faz falta, uma pergunta que ainda não tem resposta.
Bairros como a população os chama, territórios de movimentos, bacias: o mapa melhora com quem conhece o chão.
Pesquisa, código, texto, oficinas. A suíte é feita por muitas mãos.
Sem pressa de ficar pronta: cada passo vem do uso real e de quem esteve junto.
Contato
Para pedir acesso ao Tô de Olho, montar o pacote do seu território, publicar uma pesquisa no Lab ou propor uma parceria.
Se preferir, escreva direto:
todeolho arroba maitaca.com.br